sábado, 31 de maio de 2014

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O João de Barro Vídeo

Cansado da grande cidade
Eu quis voltar lá pro interior
Onde o João de Barro ficou
O engenheiro do meu chão
Abraçar de novo a minha paz
Onde tudo anda de passo
Descansar naqueles braços
De quem me espera no sertão

Fiz uma casa grande, bonita
Ali ao lado de uma estrada
Pra morar com a minha amada
Lá pertinho de uma paineira
O João de Barro invejoso
Fez no galho lá em cima
Quando eu canto, ele rima
E eu não sei se é brincadeira

Moça boba é a que casa
Ele canta pra me provocar
Bate as asas e vai buscar
Barro e voa lá pra paineira
Esse construtor de sonhos
É inteligente, mas gozador
Apesar de acreditar no amor
Quer ver as fêmeas solteiras

Por que meu João de Barro?
Conta pra mim o acontecido
Eu também tenho comido
O pão que o diabo amassou
Fui alvo na grande cidade
De muito ódio e traição
Resolvi voltar pro sertão
E arranjar um novo amor

Vou morar na minha casa
E você aí em cima na sua
João de Barro, veja a lua     
E a sombra da paineira
Onde vivem os apaixonados
Cada um com sua amada
Eu aqui na beira da estrada
E você daí com as suas brincadeiras

Autor: José Nogueira Lima
05/02/2013

Música para gravação
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Duplex 406

 
Vou vender meu apartamento
Sala em L dois ambientes
Ele não fica de frente
Mas é o melhor do lugar
São quatro quartos e duas suítes
Mais banheiro social
Ele é de lateral
E tem espaço para sobrar

Primeiro piso é o que eu já disse
Mas apenas uma suíte
Cozinha que permite
Qualquer transformação
Escada de granito
Para o segundo piso
De frente para o paraíso
Uma mata em preservação

Lavanderia e um terraço
Mais uma suíte reversível
Com uma vista incrível
Para parte da Cidade
Não precisa nada melhor
Onde se vê Shopping e prédios
No endereço não existe tédio
Quem mora lá é a felicidade

Tem duas vagas de garagem
Espaçosas e numeradas
Bem de frente para a escada
Facilitando o dia a dia
Um belo salão de festa
E câmeras dentro e fora
Com vigilância que controla                 
Vinte quatro horas a portaria

Fica na Olegário Maciel
Mil oitocentos e trinta e cinco
É verdade e eu não brinco
A cobertura é quatrocentos e seis
Na Cidade de Juiz de Fora
Minas Gerais pode chegar
Faça oferta para comprar
E mude logo de uma vez

Autor: José Nogueira Lima
23/04/2013

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Minha história

 
Minha mãe foi lavadeira
O meu pai um boia-fria
Meu irmão é doutor formado
Eu sou aquilo que eu mais queria

Um artista em qualquer palco
Cantando a música raiz
Como meus avôs gostavam
Falando deste País

Onde há peão na Cidade
No campo doutor formado
Tentando encontrar a sorte
Sem cair ou ser derrubado
Pelo destino que os levam
Os sonhos de uma nação
Sem perder suas montarias
Como eu perdi minha paixão
Sem saber qual o motivo
Se tem um, nunca explicou
Deus traça o caminho da gente
Traçou o meu sem esse amor
Vou em frente olhando pra traz
Em busca do que eu sempre quis
Esse amor me faz contar
Minha história para o País

Eu não sei por que o destino
Leva a gente pra onde quer
Igual o meu já fez comigo
Me tirando esta mulher

Depois de traçar o caminho
E fazer de mim o que quis
Quero voltar as minhas origens
Cantando no meu País

Autor: José Nogueira Lima
30/05/2013

Música para gravação
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O negócio dela

 
A tal fulana
Cuida bem do seu negócio
Eu não sei se eu posso
Mesmo assim eu vou falar
Que esse tal de Zé Ruela
Tá de olho no que é dela
E ela tem que se cuidar

Meio disfarçado
Vou soprar pra vizinhança
Que não são de confiança
E na língua grande são fera               
Falam o que podem e o que não devem
E eles não vão pegar leve
Com quem quer o negócio dela

Ele quer o negócio dela
Ele quer o negócio dela
Esse tal de Zé Ruela
Não tá nem ai pra ela
E só quer o negócio dela

Toda a cidade sabe
Já virou uma epidemia
Se fofoca noite e dia
E o tema é o negócio dela
A gente faz o que pode
Mas com medo de dar pode
Por causa do Zé Ruela

Não dá mais pra esconder
O assunto virou febre
Quem não sabia já percebe
E desconfiam do Zé Ruela
Que não trabalha e é perigoso
E se julga muito gostoso
Para querer o negocio dela

Autor: José Nogueira Lima
10/03/2013

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

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Casaco de lã

 
Casaco de lã
Que cobre o corpo
Daquela que eu amo
Por que se esconde
E a mim não responde
Na hora que eu chamo

Depois de uma noite
Por onde andou
Me diga o que viu
Se a pele macia
De quem me judia
Protegeu do frio

Casaco de lã
Me diga a verdade
Senão vou beber
Vou encher duas taças
Brindar a desgraça
E culpar você!

Por todos os erros
Me entrego ao cigarro
A bebida e a solidão
Que faz meu peito sofrido
E o orgulho ferido
Por uma traição

Casaco de lã
No fundo do armário
Por que se escondeu?
Se ela foi e te deixou
Com certeza outro amor
Outro igual já lhe deu

Casaco de lã
Eu bebo e choro
Pra mim é o fim
Ela foi e nos deixou
Eu perdi o amor
E você o manequim

Autor: José Nogueira Lima
06/01/2013

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Arrependida Vídeo

Um dia brigou comigo
Sem pensar mandou-me embora
Eu fui e não voltei
Até ontem eu chorei
Hoje é você que chora

Os motivos não entendi
O porque ainda não sei
Se meu amor você não quis
E por isso, hoje é infeliz
Ao lembrar que só te amei

Arrependida se hoje chora
Muitas lágrimas eu já chorei
Por seu amor pelo seu não
Por ferir o meu coração
Arrependida, se eu só te amei

Se hoje você mudou
Não pense que eu mudei
Arrependida vem a chorar
Não tenho culpa posso secar
Este seu rosto que antes beijei

Arrependida olha meu rosto
O seu desprezo em mim marcou
Onde estiver irá lembrar
Que eu amei sem me amar
Tudo que eu quis a mim negou

Autor: José Nogueira Lima
03/11/2007

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O fogo e a panela

 
Eu quero ver o fogo
Esquentar agora a panela
Explodir amor no peito
Quando eu estiver com ela
Já falei pro coração
Não dá mais pra esperar
Ela é tudo que eu preciso
Pra ver pipoca pular

Ela tem o que eu quero
E quer o que eu quero agora
Se estou dentro com tudo
Ela tem que estar por fora
A espiga vai inteirinha
Tem milho pra debulhar
Tenho fome de amor
E ela tem muito pra dar

O milho virou pipoca
Porque o fogo esquentou
Eu fiquei apaixonado
Porque ela me amou
Na panela o milho pula
Na hora de estourar
Ela pula nos meus braços
Na cama, em qualquer lugar

Eu não sei se ela é o fogo
A pipoca ou a panela
Quando nosso amor esquenta
Eu também pulo com ela
Igualzinho o milho estoura
Nós somos uma explosão
Nossa cama vai pros ares
Nosso amor rola no chão

Do milho a gente faz
Aquilo que mata a fome
Pipoca os desejos dela
E os meus ela consome
Ela é o fogo e a panela
Eu cheguei à conclusão
Na panela ponho a espiga
E debulho a minha paixão

Autor: José Nogueira Lima
31/12/2012

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